A Telenovela: técnicas de criação do popular e do massivo
Autoras: Marlúcia Mendes da Rocha – UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz – BA
Doutoranda em Comunicação e Semiótica – PUC – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Mestre em Artes Cênicas – Universidade de São Paulo
Eliana C. P. Tenório de Albuquerque - UESC - Universidade Estadual de Santa Cruz – BA
Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente – Graduação em Jornalismo – UFBA – Universidade Federal da Bahia

Resumo: Estudo das construções sígnico-culturais da telenovela brasileira, folhetim televisual confluente de uma cultura mestiça. Vê-la como roteiro hipertextual, dada a sua pluralidade de leitura que reporta: rádio, teatro de revistas, cinema, vídeo e fotonovela, condicionada a um modo de contar relatos específicos do viver e dos objetos da cultura do Brasil, à luz dos Estudos Culturais de Martín-Barbero e do conceito de semiosfera de Lotman. Para tal, a pesquisa verticalizar-se-á na análise da telenovela Que rei sou eu?, de Cassiano G. Mendes, da TV Globo, 1989, verificando sua influência no processo de escolha do presidente eleito em voto direto.

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